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Uma comunidade acolhedora

Por Gilberlei Oliveira

Um bom anfitrião, quando recebe alguém em sua casa, se esforça para que sua visita se sinta à vontade. “Faz de conta que a casa é sua” – diz, geralmente.

Nossa casa é, provavelmente, o lugar onde nos sentimos mais à vontade e mais acolhidos. É o lugar do nosso aconchego, que reúne, supostamente, as pessoas que mais se importam conosco, que melhor nos conhecem e melhor nos aceitam.

Em nosso lar podemos ser quem somos, sem prejuízo do nosso valor; é onde estão as pessoas que se importam conosco o suficiente para nos confrontar, e onde a gente não perde o direito de sentar à mesa por causa de um mau comportamento. Em casa, as brigas e os desentendimentos, mais cedo ou mais tarde, desembocam em abraços e pedidos de desculpa ou, no mínimo, em olhares arrependidos.

Numa família, um membro é tão importante quanto o outro e todos colaboram – em seus diferentes papeis – para construir e manter um ambiente aconchegante e acolhedor. Um lar não se sustenta apenas sobre regras, disciplina e ordem, mas, sobretudo, sobre relações – embora muitas vezes conflitantes – sólidas e interdependentes.

Provavelmente, boa parte das pessoas não conhece um lugar assim, e talvez seja este tipo de ambiente que elas idealizam quando pensam numa “comunidade acolhedora”. Cru é, antes de tudo, uma comunidade de pecadores que, apesar de quem são, foram acolhidos, adotados como filhos e reunidos à família de Deus a partir do momento em que acolheram Jesus como seu Salvador e Senhor. Uma comunidade de pessoas que sabem quem são, em quem estão sendo transformadas e quem as está transformando.

Somos – e queremos ser ainda mais – uma comunidade que dá abrigo àqueles que querem encontrar o propósito da sua vida; àqueles que têm feito de tudo para ser uma pessoa melhor e têm falhado; àqueles que, apesar de suas limitações, querem aproximar outros de Deus; àqueles que se reconhecem pecadores e sabem que sozinhos não conseguirão crescer e superar suas fraquezas e pecados; àqueles que querem andar com Jesus e se deixar transformar por Ele.

Somos uma comunidade de pessoas imperfeitas – e isso a realidade não nos deixa esquecer. Pessoas que, algumas vezes, falharão em amar, em entender, em aceitar e (pasmem!) em acolher. Mas continuaremos tentando e aprendendo, pois, de acordo com Filipenses 1:6, estamos convencidos de que aquele que começou a boa obra em nós é fiel para completá-la!

Estamos aprendendo com nosso Mestre a ser uma comunidade que aprecia e valoriza as diferenças, que tolera as fraquezas e confronta o pecado – uma comunidade acolhedora apaixonada por conectar pessoas a Jesus!

Comments 4

    1. Post
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      Equipe Cru Brasil

      Olá! Muito obrigado por seu comentário e pergunta.
      Nunca é tarde demais para acolher Jesus como nosso Salvador e Senhor. Deus nos ama e tem um propósito perfeito para nossa vida. Nesse mesmo site, tem um link: Conhecendo Deus. Convido você a entrar lá e experimentar a verdadeira alegria de conhecer e convidar Jesus para entrar na sua vida. Se tem interesse em falar mais sobre isso, deixe seu contato e nome. Deus continue te abençoando. No amor dEle, Cru Brasil

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